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Porque devemos contar histórias para nossos filhos?

Como devemos contar histórias?

Porque é tão importante contá-las?

As histórias podem ser contadas com diversas intenções: Comunicação, mensagem e transmissão de valores, desenvolvimento da atenção e raciocínio, do senso crítico, da imaginação, criatividade e da afetividade.

As crianças têm uma forma diferente dos adultos de entender e refletir. As crianças pequenas não conseguem desenvolver um racicínio de causa e efeito. Seu entendimento é baseado muito mais na emoção do que na razão. Assim, querer persuadir uma criança baseando-se em argumentos racionais comuns aos adultos, tem grandes possibilidades de fracassar.

Os medos que os adultos sentem da violência, da instabilidade financeira, de perder a saúde são percebidos pela criança que, embora não consiga entender, também os tem e o pior, ela é absolutamente incapaz de fazer algo para vencê-los ou encontrar argumentos para diminuí-los. Aí entram as histórias para corrigir, controlar, amenizar estes medos e vocês pais devem tornar-se verdadeiros contadores de histórias, apriorando-se cada vez mais.

As HISTÓRIAS DE FADAS irão funcionar com crianças de até 6 ou 7 anos de idade (idade da fantasia). A partir desta idade, há uma evolução do pensamento lógico, então as FÁBULAS são mais indicadas. As fábulas encerram padrões de comportamento, evidenciam valores e, geralmente apontam para soluções justas. Usando-as, os pais poderão falar sobre lealdade, altruísmo (amor ao próximo), despojamento, bondade e tantos outros valores, no momento exato em que seus filhos precisarem ouvir, quando perceberem que fatos ou os próprios sentimentos de seus filhos estão precisando de um modelo de comportamento.

O importante é que histórias não propiciam uma educação condicionante, ao contrário, elas são um convite para o pensar, para a investigação e para se chegar às suas próprias conclusões. As crianças adoram ouvir historias e querem que seus pais contem sempre mais, e às vezes que contem a mesma história várias vezes, isto se dá pelo prazer que elas têm de ouvir e também pela situação de aconchego que estas representam. Neste momento, o pai (ou a mãe) é só delas e lhes dedica a mais completa atenção.

ESTES MOMENTOS DE CUMPLICIDADE AUMENTAM O COMPANHEIRISMO E FAVORECEM A AFETIVIDADE. ISTO FAZ COM QUE AS RELAÇÕES MELHOREM, ASSIM O DIÁLOGO É FAVORECIDO, E COM MAIS DIÁLOGO HAVERÁ MAIS COMPREENSÃO, MAIS CONFIANÇA, MAIS CONHECIMENTO DAS PECULIARIDADES DA CRIANÇA E MAIS ABERTURA PARA UM OUVIR O OUTRO.

 

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